Coronel Arlindo de Araújo Vianna
O coronel Arlindo de Araújo Vianna foi oficial farmacêutico e químico da Fábrica de Armas de Itajubá, diretor da Escola Industrial mantida por ela e colaborador assíduo de jornais e revistas. Morreu no Rio de Janeiro em 22 de maio de 1957.12
Na Fábrica de Armas
Seção intitulada “Na Fábrica de Armas”Uma fotografia publicada no segundo volume de Itajubá e Sua História reúne os oficiais mais antigos da Fábrica de Armas em torno do diretor, major Antônio Carlos Bello Lisboa. Arlindo de Araújo Vianna aparece ali como tenente, ao lado de Joaquim Brito Filho, do major Borba, do tenente médico Armando Roquete Vaz, de Benedito Carlos de Moraes, de Walfrido Antônio dos Santos, de Oscar de Albuquerque Sarmento e de Bibiano Sérgio Dalle Coutinho. A legenda diz que quase todos eram pioneiros.3
A Escola Industrial
Seção intitulada “A Escola Industrial”A Escola Industrial da Fábrica de Armas, do Ministério do Exército, inaugurou em Itajubá, em 1944, o ensino metódico de mecânica prática e de usinagem de precisão. Seu primeiro diretor foi o então capitão José Carlos Leal Jourdan.4
Já coronel, Arlindo de Araújo Vianna dirigiu o estabelecimento. Duas fotografias do livro de 1999 o registram no cargo: uma com os professores e instrutores Wandir Rondon, Francisco Aldano Santana, Renato Bianchi, Armelim Guimarães, major Manuel Parmênio da Silva, José Ernesto Coelho, major Carlos Azevedo, Benedito Gerôncio, Nilo Martins e Adésio Alves Teixeira, quando a escola ainda se chamava Escola Profissional; outra com os alunos das quatro séries de 1949.56 A legenda da segunda identifica Armelim Guimarães como secretário e professor da escola.6
Os itajubenses da Guerra do Paraguai
Seção intitulada “Os itajubenses da Guerra do Paraguai”Em 1955, Arlindo de Araújo Vianna pesquisou nos arquivos do Ministério do Exército, no Rio de Janeiro, os nomes dos combatentes da Guerra do Paraguai partidos de Itajubá. A Sinopse da História de Itajubá o chama de jornalista e credita a ele a pesquisa e a comprovação da lista que publica, dizendo que ele vasculhou várias seções do arquivo do Palácio da Guerra.7 A História de Itajubá arrola essa pesquisa entre as fontes da obra.8
A Associação dos Farmacêuticos
Seção intitulada “A Associação dos Farmacêuticos”Em 22 de março de 1952 fundou-se a Associação dos Farmacêuticos de Itajubá. Arlindo de Araújo Vianna e o coronel Jorge de Oliveira Braga foram seus presidentes de honra; o presidente executivo foi Florival Xavier.1
Ver também
Seção intitulada “Ver também”Footnotes
Seção intitulada “Footnotes”-
Armelim Guimarães. Efemérides Itajubenses. 1988, verbete de 22 de maio de 1957. ↩
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Armelim Guimarães. Itajubá e Sua História (II Parte). 1999, p. 39, legenda da foto dos oficiais mais antigos da Fábrica de Armas. ↩
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Armelim Guimarães. História de Itajubá. 1987, p. 392. ↩
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Armelim Guimarães. Itajubá e Sua História (II Parte). 1999, p. 44, legenda da foto dos professores e instrutores da Escola Industrial. ↩
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Armelim Guimarães. Itajubá e Sua História (II Parte). 1999, p. 44, legenda da foto do diretor, do secretário e dos alunos de 1949. ↩ ↩2
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Armelim Guimarães. Sinopse da História de Itajubá. 1966, p. 16. ↩
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Armelim Guimarães. História de Itajubá. 1987, p. 609, bibliografia. ↩
No acervo fotográfico
3 fotografias do acervo da História de Itajubá , em ordem de data.